Uma travesti fodeu minha amante por mais de três anos

uma travesti fodeu minha amante

Uma travesti fodeu minha amante deliciosamente por mais de três anos e fui muito feliz vendo aquelas duas na cama.

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No período que estive envolvido amorosamente com uma mulher cis por 4 anos – de março de 2008 a maio de 2012 – foi uma travesti que fodeu minha amante mais vezes que eu. Aconteceu na cidade de Aracaju, capital de Sergipe.

Eu conhecia essa travesti (chamarei de “B”) que esteve comigo por 11 anos e nesse período entrou também na minha vida amorosa uma mulher maravilhosa: loira, cabelos longos, corpo gostoso, bunda sexy e entre quatro paredes uma putona que eu amava. Como eu amei “E”!

uma travesti fodeu minha amante

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Após três meses de relacionamento resolvi propor fantasia de vê-la com uma travesti. Ela se admirou no início, mas gostou da ideia. Abri o jogo e falei que gostava de travesti e conhecia uma bem legal há 6 anos. Mostrei fotos de “B” e ela ficou entusiasmada.

Falei com minha Tgata que também gostou da sugestão após ver fotos de minha amante. No dia do encontro tudo deu certo e no quarto do motel rolou sinergia deliciosa.

As duas, após meus incentivos, envolveram-se em beijos e vi minha amante acariciar os seios lindos e bronzeadas de minha travesti. Chupou os mamilos e logo desceu beijando seu ventre e começou a chupar aquela pica mediana que estava cheia de caldinho. Pouco depois vi “B” colocar a camisinha e penetrar aquela buceta molhada. Minha loira gemeu alto cheia de tesão e segurou minha mão com força, a força do prazer. Não demorou e ela explodiu numa dupla gozada abraçando forte no pau da travesti! Ao final de mais de duas horas de encontro “B” gozou duas vezes e minha amante deve ter gozado de 6 a 8 vezes. Inclusive com pau no cu!

Foi a primeira vez de incontáveis vezes durante mais de três anos. A coisa evoluiu tanto que eu marcava com minha amante para “B” fodê-la. Não marcava para foder comigo, marcava para elas transarem e eu ver quietinho batendo punheta como bom voyeur.

No início nossos encontros eram em motéis, mas depois passamos a frequentar o apartamento de “B”. Assim, com a sucessão de encontros minha Tgata morena vez por outra presenteou aquela loira gostosa com lingerie e calcinhas sexy. Eu amava tudo aquilo!

Às vezes, eu participava e rolou dupla penetração porém gostava mesmo era de ver as duas apaixonadas juntas. Eu quase implorava para elas não reprimirem seus sentimentos e desejos.

Eu amava quando minha loira falava para “B”: “Vai meu amor que eu estou gozando em seu pauuu!”

Eu amava quando “B” enchia aquela boquinha de leitinho de pica, mas quem gostava mesmo era minha amante que tomava gozada na boca e engolia tudinho. Depois ainda ficava esperando sair aquele restinho de gozada pra lamber o pau de “B ” e beber o último pingo.

Uma das coisas que eu mais gostava era quando ela dava várias gozadas com minha travesti e depois quando acabava eu chupava sua buceta suada e meladinha. Eu amava quando minha loira falava para “B”: “Vai meu amor que eu estou gozando em seu pauuu!”

Teve uma vez que resolvi sair do quarto para ficar ouvindo os gemidos das duas fodendo. Minha loira ficou louca de prazer e começou a gemer aos gritinhos e dar várias gozadas no pau de “B”. Foi muito intenso e tive que ir à sala aumentar a música ambiente para abafar os altos gemidos de prazer que saiam do quarto. Dia inesquecível para nós três!

Minha ex-amante é uma mulher que tem múltiplos orgasmos e com “B” isso acontecia com frequência. Comigo ela gozava uma ou duas vezes, mas com “B” ela gozava várias vezes e muito mais gostoso! Eu me sentia um homem amado e me realizava com tudo isso.

Depois das transas era tão lindo quando eu e minha amante saíamos na rua parecendo dois namoradinhos de mãos dadas felizes da vida.

Infelizmente, após quatro anos nosso relacionamento chegou ao fim. Eu casado e ela também casada gerou alguns problemas e a frequência de nossos encontros e fantasias diminuiu muito no último ano.

Terminou nosso caso, mas foi a experiência mais deliciosa de minha vida. Sinto falta desses dias e das duas. Amei o voyeurismo com uma mulher cis e uma travesti. Sinto saudade de “B” e “E”.

Continuei com minha travesti por mais 4 anos que sentiu a falta de “E”. Como dizia “B”: Ela me fez reviver meu lado hétero de forma intensa e eu ficava encantada vendo você corno!

Eu preciso ser “corno presencial” para me sentir amado e um homem completo. Se a mulher disser apenas que me ama, não consigo captar sua emoção. Mas, se ela me diz isso gozando no pau de uma travesti ou na buceta de outra mulher, aí me sinto amado intensamente! Sou assim. “E” me fez incontáveis declarações de amor gozando no pau de “B.”

Eu fui o corno mais feliz da face da Terra!

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